Estudantes de Farmácia transformam a história da hanseníase em doc e precisam da sua curtida

Produção da UNILAB concorre ao Prêmio FEX e usa ciência, memória e educação em saúde para combater o preconceito. As curtidas no YouTube fazem parte da avaliação da premiação.

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A hanseníase tem cura. O preconceito ainda não. Essas são as reflexões propostas pelo documentário "Memórias da Pele", produzido por estudantes do curso de Farmácia da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), que transformaram ciência, memória e compromisso social em um instrumento de educação em saúde. A obra resgata as histórias de moradores da antiga Colônia Antônio Diogo, no Ceará, e lança luz sobre um dos capítulos mais marcantes da história da hanseníase no Brasil.

Idealizado no âmbito do projeto de extensão Memórias da Pele, o documentário evidencia o papel transformador da universidade ao aproximar estudantes e comunidade, promovendo escuta, acolhimento e reflexão sobre o estigma que ainda acompanha pessoas acometidas pela doença. Ao preservar essas memórias, a produção contribui para fortalecer a luta contra o preconceito e ampliar o conhecimento sobre uma enfermidade que tem tratamento e cura, mas ainda carrega marcas sociais profundas.

"Mais do que contar histórias, o documentário busca preservar memórias, promover educação em saúde e contribuir para que o preconceito relacionado à hanseníase seja superado por meio da informação e da empatia", explicou Diego Abreu, estudante de Farmácia da UNILAB e integrante do projeto de extensão Memórias da Pele.

O documentário concorre ao Prêmio FEX, promovido pela Pró-Reitoria de Extensão, Arte e Cultura (PROEX) da UNILAB. Além da qualidade da produção, as curtidas recebidas no YouTube até o dia 14 de agosto também integram a avaliação da premiação.

🔗O CFF convida farmacêuticos, estudantes, profissionais da saúde e toda a sociedade a prestigiar essa iniciativa. Assistir, curtir e compartilhar o documentário é uma forma de incentivar a extensão universitária, valorizar a produção científica e contribuir para ampliar o debate sobre a hanseníase, reforçando que o conhecimento e a informação são ferramentas essenciais para vencer o preconceito.

Clique aqui e assista ao documentário e deixe a sua curtida!